Certamente que isto é uma grande parte da nossa dignidade... que possamos conhecer e que, através de nós, a matéria possa conhecer-se a si própria; que, começando com protões e electrões, saídos do princípio dos tempos e da vastidão do espaço, possamos começar a entender; que, organizados como estão em nós, o hidrogénio, o carbono, o nitrogénio, o oxigénio, esses 16 a 21 elementos, a água, a luz do Sol- todos eles, tendo-se transformado em nós, possam começar a entender o que são, e como se tornaram nisso. George Wald (Prémio Nobel da Medicina e Fisiologia) (1964)

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Cientistas finalmente descobrem a função do apêndice humano

Ele tem sido considerado como potencialmente problemático, órgão redundante, mas pesquisadores americanos afirmam ter descoberto a verdadeira função do apêndice.

Os pesquisadores dizem que ele age como uma casa segura para as boas bactérias, que podem ser usadas ​​para reiniciar de forma eficaz o intestino depois de um surto de disenteria ou cólera.

A sabedoria convencional é que a pequena bolsa que se projecta da primeira parte do intestino grosso é redundante e muitas pessoas têm o seu apêndice removido.

Cientistas do Centro Médico da Duke University, na Carolina do Norte dizem que depois de um ataque severo de cólera ou disenteria, que pode limpar o intestino de bactérias essenciais para a digestão, as reservas de bactérias boas emergem do apêndice para reiniciarem o sistema.

Fonte:  http://politicalblindspot.org/scientists-finally-discover-the-function-of-the-human-appendix/

sexta-feira, 15 de março de 2013

OGM: O momento da verdade


Um estudo independente indica que ratos alimentados com milho geneticamente modificado têm uma taxa de mortalidade cinco vezes superior aos que foram alimentados com milho não OGM.

Este estudo realizado durante dois anos por investigadores da Universidade de Caen, em França, relança o debate sobre a toxicidade dos organismos geneticamente modificados (OGM).

Os investigadores pensaram em três dietas: uma à base de milho geneticamente modificado, outra feita com milho OGM, mas modificado de forma a tolerar o herbicida mais utilizado no mundo, e a terceira com milho não OGM, mas também tratado com o mesmo herbicida.

Para fazer a experiência, os especialistas dividiram cerca de duzentos ratos de laboratórios em três grupos, um para cada uma das dietas.
Passado pouco mais de ano e meio, tinham morrido cerca de cinco vezes mais ratos alimentados com milho geneticamente modificado.

O estudo revela ainda que, mesmo com uma dose baixa de pesticida no milho geneticamente modificado, o risco de tumores mamários é também quase três vezes superior.

O coordenador do estudo é autor de várias investigações sobre o tema. Giles-Éric Séralini foi também o primeiro a fazer testes independentes com o milho vendido pela empresa Monsanto, líder mundial na produção de sementes geneticamente modificadas e também na produção do pesticida mais usado na agricultura.

Em declarações à AFP, o investigador explicou que pela primeira vez foi avaliado o impacto na saúde de um OGM e de um pesticida, de forma mais completa e aprofundada.

Giles-Éric Séralini nota que os OGM são modificados de forma a tolerar os pesticidas e por isso é importante esta análise conjunta.

O investigador lembra também que os OGM estão no mercado há 15 anos e considera um crime as autoridades não terem nunca exigido testes mais aprofundados sobre estes produtos.


sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Direitos Animais

    Palestra inspiradora de Gary Yourofsky, na íntegra, sobre direitos animais e veganismo, realizada na Universidade Georgia Tech, nos EUA, no verão de 2010. Gary Yourofsky desmitifica mitos,inunda a nossa mente com factos interessantes e ajuda-nos a fazer-mos escolhas éticas para ter-mos um coração e uma alma mais saudáveis . Seu estilo carismático de discurso é único e tem de ser visto por qualquer um que se preocupe com animais ou que deseje transformar o mundo num lugar melhor.    


    

sábado, 15 de setembro de 2012

O Alimento é Importante


" Você é o que come. Esta máxima é a base do excelente documentário Food Matters, produzido por James Colquhoun e Carlo Ledesma. O filme confronta a medicinal tradicional com a ortomolecular, a medicina baseada na nutrição. Mostra quão equivocada está a nossa maneira de tratar as doenças.
O filme também mostra o ciclo vicioso da agricultura extensiva, que acaba com os nutrientes do solo, formando plantas mais frágeis aos ataques de pestes, que acaba levando a aplicação de pesticidas, que as contaminam, que acabam envenenando quem as come, que se tornará mais fraco e buscará medicamentos.
A perda de nutrientes pelo envelhecimento da comida através do transporte e pela própria carência de minerais do solo e o processo de cozimento dessa comida, que acaba com os elementos essenciais para a vida, contribui ainda mais para esse terrível quadro nutricional "



                                         

quinta-feira, 19 de julho de 2012

CANELA

 
 
A canela tem uma longa história tanto como especiaria como medicamento.
A canela é a casca da árvore de canela, quando seca se enrola em forma de tubo, conhecido como o pau de canela. Está disponível tanto em paus, como em pó moído. Apesar de haver cerca de uma centena de variedades, a canela do Ceilão e a canela chinesa são as principais variedades consumidas. A melhor variedade é a do Ceilão que é cultivada em todo o mundo.

ATENÇÃO:
Muito cuidado, pois consumir canela demais pode aumentar a pressão arterial. A ingestão da canela, deve ser feito em pequenas quantidades e não pode ser utilizada por mulheres grávidas, pois é abortiva.

Adicione canela em sua dieta, seja em frutas, chás, café, cereais, apenas meia colher de chá de canela por dia e aproveite seus benefícios.

- Antibacteriana: Os óleos essenciais da canela ajudam a impedir o crescimento de bactérias e fungos, como a candidíase. A canela impede o desenvolvimento de leveduras resistentes ao uso de fluconazol, um medicamento antifúngico frequentemente usado.

-Conservante natural dos alimentos: Quando acrescentado aos alimentos, inibe a proliferação e crescimento bacteriano, fazendo-lhe de um conservante natural.

- O aroma da canela estimula a função cerebral: Melhora o processamento cognitivo do cérebro, estimulando o foco, a atenção, a memória, a agilidade visual e motora.

- Diminui o colesterol: Meia colher de canela por dia pode diminuir o colesterol LDL (ruim) e diminuir os triglicerídeos.

-Utilizada para combater vários problemas gastrintestinais: Como flatulência, perda de apetite, diarreia, parasitas e espasmos intestinais.

- Reduz níveis de açúcar no sangue e auxilia no tratamento da diabetes tipo dois.

- Doença cardíaca: A canela diminui os riscos de problemas da artéria coronária e pressão arterial alta.

- Previne o cancro do cólon: A combinação de cálcio e de fibra presentes na canela previne dano às células.


 

domingo, 1 de julho de 2012

Nova Comunidade OS NOSSOS TOTEMS SÃO O NOSSO COLAPSO COMO FORAM PARA OS RAPA NUI

"No último século, metade dos pântanos existentes no mundo foram drenados. Não conhecemos nem a sua riqueza, nem o seu papel. Em 40 anos, a maior floresta tropical do mundo a Amazónia, já foi reduzida em vinte por cento. A desflorestação destrói o essencial para dar lugar ao supérfluo."




OS NOSSOS TOTEMS SÃO O NOSSO COLAPSO COMO FORAM PARA OS RAPA NUI from Nova Comunidade on Vimeo.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Jader Resende: A água e as suas implicações

Jader Resende: A água e as suas implicações: buscado no  Prezado...Cara Pálida Fiz uma coletânea de assuntos que dizem respeito à água para traçar uma linha de raciocínio de f...

segunda-feira, 7 de maio de 2012

O leite de enzimas da alpista - acaba com a diabetes em semanas, cura a cirrose e o fígado

Os resultados iniciais são excelentes naquilo que diz respeito a um melhor funcionamento orgânico, disposição, etc.
Assim, repasso a informação, desejando que a contribuição dessa complementação alimentar seja
proveitosa a todos.
  A alpista passou por uma profunda pesquisa na Universidade Nacional do México em função
do alto valor proteico e dos seus aminoácidos estáveis que podem circular seguros e indestrutíveis pelo organismo.
A gramínea é originária do Mediterrâneo e comercializada em todo mundo apenas como alimento para pássaros domésticos.
O resultado da pesquisa revelou que a alpista tem a capacidade de recarregar e curar o organismo humano.

Também, o leite de enzimas da alpista (um copo) apresenta mais proteínas do que dois ou três quilos de carne.
Segundo os dados da universidade mexicana, as enzimas do leite da alpista desinflamam nossos órgãos,
em especial o fígado, os rins e o pâncreas.
Elas acabam com a diabetes em semanas, curam a cirrose e o fígado porque conseguem aumentar o
número dos hepatócitos.
Os rins ao serem recarregados com as enzimas da alpista passam por uma saudável diurese que elimina o
excesso de líquidos do corpo.
Também reduz a hipertensão e, por possuir a enzima lipase que dissolve rapidamente depósitos de gordura
das veias e artérias, é grande remédio contra obesidade e restaurador da tonicidade muscular.
Este leite de enzimas reduz taxas altas de colesterol e previne o afunilamento das artérias.
Como é diurético funciona em casos de cistites, abundância de substâncias nitrogenadas no sangue,
ácido úrico, gota, hipertensão arterial, edemas, sobrepeso acompanhado de retenção de líquidos, gastrites
e úlcera do estômago.
O leite de enzimas da alpista também reduz problemas relacionados com a urina, pedras nos rins e bexiga.
Por ser emoliente relaxa e abranda as partes inflamadas, além de refrescante se usado externamente em eczemas.
Consumir leite de alpista é uma injecção de saúde e uma forte vacina contra diabetes ou qualquer outra
enfermidade que ocorra por altos índices de acidez sanguínea.
Portanto, é importante consumir pelo menos dois ou três copos do leite de alpista para assegurar uma figura delgada e saudável, obviamente acompanhada por uma mente sã e leve.

Preparo do leite de enzimas de Alpista:
Pesquisando entre as diversas comunidades que existem sobre o assunto, percebi que algumas pessoas são
sensíveis à película que cobre a casca da alpista; assim, recomendo colocar sete colheres de alpista
em um litro de água; deixe a alpista de molho na água,no frigorífico (não no congelador), por 24 horas.
Após esse tempo retire-o  escoe a água e a substitua por um litro de água limpa e bata bem por uns quatro
minutos; retire os resíduos escuros que ficam sobre o leite, bata mais quatro minutos e após, coe várias vezes até que fique sem os resíduos escuros.
Bata mais uma vez só para homogeneizar.
O ideal é beber, pelos menos, dois a três copos por dia.
Nunca adicione frutas ou açúcar ao leite das enzimas.
Açúcar refinado é o veneno que destrói as enzimas e os benefícios de qualquer alimento.
Nada sobrevive ao açúcar refinado.
A acidez mata as enzimas.

Entre as inúmeras propriedades da receita caseira de leite de alpista, está a diminuição dos níveis de glicose no sangue, combate a hipertensão, diurética. Possui alto valor proteico, pois é uma rica fonte de aminoácidos e pode ser usado por atletas como complementação da dieta e também vem sendo utilizado em regimes de emagrecimento como uma receita caseira muito eficiente o leite de alpista sendo usado cerca de 20 minutos antes das refeições.
Entre outras indicações o leite de alpista pode ser usado como emoliente desinflamando partes do
organismo humano, também auxilia o funcionamento das vias urinárias e reduz os níveis de colesterol
por possuir uma enzima chamada de lipase que quebra as moléculas de gordura, use esta receita
caseira de leite de alpista para ter mais saúde.

  Dione Zardin

Foto e texto do blogue Clínica Natural Jardin - Especialistas em naturopatia e Iridologia

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Enquanto a Europa se afunda, a Comissão Europeia "proíbe" a ingestão de àgua!



O Dr. Andreas Hahn e o Dr. Moritz Hagenmeyer são conselheiros das empresas agro-alimentares sobre as afirmações ligadas à saúde que estas podem fazem em relação aos seus produtos. Foi pedido à Comissão Europeia se os produtores europeus de água engarrafada podiam afirmar que "o consume de regular de quantidades significativas de água permite reduzir o risco de vir a desenvolver uma desidratação".

Ao fim de 3 anos de inquérito, os burocratas de Bruxelas chegaram à conclusão que não existem provas suficientes para afirmar que beber água previne a desidratação. 


                                            


Quem tem dificuldade em acreditar numa tal estupidez, pode ler o Regulamento nº 1170/2011 da Comissão do dia 16 de novembro deste ano, assinada por Durão Barroso:
http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ:L:2011:299:0001:0003:FR:PDF

Isto significa que a partir de agora, os produtores europeus de água engarrafada estão proibidos de fazer essa afirmação em relação aos seus produtos, com uma pena que pode ir até aos dois anos de prisão.

Perante tal estupidez, as reacções são numerosas. O deputado europeu inglês Roger Helmer declarou: "Isto é de uma estupidez abissal. O Euro está em fogo, a Europa desmorona-se e existem tecnocratas chorudamente pagos para se interrogar sobre as qualidades evidentes da água e tentar proibir-nos o direito de afirmar o que é evidente. Se fosse necessário um exemplo para demonstrar a loucura que representa o projecto europeu, era este".


Esta decisão surreal  lembra uma regulamentação europeia que muitos já esqueceram e que data de 1995. A Comissão Europeia, sempre preocupada com o nosso bem estar, chegou ao cumulo de determinar o ângulo que as bananas e os pepinos deveriam ter ou definir o calibre das cenouras. Foram assim 26 as frutas e legumes cuja forma, tamanho e consistência a serem objecto da (in)tolerância da Comissão, o resto ia para o lixo. O importante é a normalização.


http://en.wikipedia.org/wiki/Commission_Regulation_%28EC%29_No_2257/94



Por: Octopus
.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

A água veio do Espaço

Novas observações astronómicas provam que os cometas transportaram a água para o nosso planeta. Foram ainda revelados dados sobre a formação do sistema solar


OS catálogos astronómicos dizem pouca coisa sobre a estrela TW Hydrae. Revelam apenas que se trata de uma estrela anã cor-de-laranja, que se situa a 175 anos-luz, na constelação de Hidra e que tem no máximo dez milhões de anos. As novas observações realizadas pelo telescópio espacial Herschel, da agência aeroespacial europeia ESA, permitiram no entanto descobrir mais do que isso.
As maiorias das estrelas jovens estão rodeadas por  um disco de gases e poeira. Estes começam depois a aglomerar-se com a força da gravidade e acabam por formar planetas. A estrela TW Hydrae também se encontra em fase de "casulo". O seu disco estelar vai até 200 unidades astronómicas (1 UA corresponde à distância entre o Sol e a Terra, cerca de 150 milhões de quilómetros). No limite desse disco, o Herschel detectou a assinatura de luz infravermelha de vapor de água. Os cientistas já tinham detectado água em outros sistemas solares, mas esta encontrava-se sempre em zonas mais interiores e relativamente mais quentes e perto da estrela. Agora, esta é a primeira vez que a água é detectada no limite externo de um sistema solar. É nesta região que se formam os cometas, compostos maioritariamente por gelo.
Os dados do telescópio Herschel fundamentam assim a teoria de que a água chegou à Terra devido ao impacto de cometas com o nosso planeta, durante a formação do nosso sistema solar. "A nossa observação desse vapor de água gelada demonstra que o material existe lá em quantidade suficiente para encher milhares de oceanos terrestres", explica o astrónomo Michiel Hogerheijde, do observatório da cidade holandesa de Leiden, que descobriu o anel de água em volta de TW Hydrae.
Através deste processo, é possível que existam planetas aquáticos, como a Terra, por todo o Universo. Esta teoria é apoiada por uma série de outros dados revelados pelo telescópio espacial de infravermelhos Spitzer, da NASA, ao estudar a estrela Eta Corvi, a 60 anos-luz da Terra. Ela encontra-se na constelação do Corvo, pode ser vista a olho nu, tem mais massa do que o nosso Sol e tem cerca de mil milhões de anos.
No sistema de Eta Corvi encontraram-se nuvens de pó de formato incomum, comparáveis à formação química dos cometas. Por este motivo, os astrónomos da NASA concluíram que essas nuvens ficariam presas na atmosfera de um dos seus planetas rochosos, caso um ou vários cometas colidissem com a sua superfície. Este planeta sofre assim o mesmo destino que a Terra, durante os primeiros mil milhões de anos após a formação do sistema solar, há 4,6 mil milhões de anos. Nessa altura, os cometas originários da cintura de Kuiper, situada para além de Neptuno, embatiam na superfície da Terra com regularidade.
Sem estes impactos, teorizam os cientistas, não existiria água no nosso planeta.
Talvez os astrónomos tenham observado o primeiro passo para a criação de vida noutros planetas em Eta Corvi. .
Fonte: Focus Magazine

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Fim da Exploração Animal

Um verdadeiro activista... Um activista a 100 %, além de se documentar para o que defende, está no terreno. Mais, acredita no que defende... Percam um pouco do vosso tempo a ouvir esta palestra sobre direitos dos animais e veganismo. Mudará a vossa visão sobre o tema debatido...

Apoie o Fim da Exploração Animal no Facebook                         
             
        

domingo, 23 de outubro de 2011

Os sons da Terra, os sons da angustia.

O "Ser Humano" é o único animal que destrói aquilo que o sustenta!

De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.

Rui Barbosa  em  Mãe Terra



  

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Atacar "as sete causas mortais"

                          Especialista propõe combate aos danos causados pelo envelhecimento

 Em 25 anos podemos ter as tecnologias e os medicamentos necessários para combater "as sete causas mortais" do envelhecimento, afirmou Aubrey de Grey, gerontólogo da Universidade de Cambridge, num congresso em Madrid, informa a Lusa.

Segundo o especialista em medicina regenerativa,"temos que lidar com a magnitude do sofrimento e danos que o envelhecimento causa".
  

Aubrey de Grey defende a aposta num novo paradigma de combate ao envelhecimento e atrasar o processo. O responsável da SENS Foundation referiu que para que isto avance, é necessário "entusiasmo público que se transforme depois em política pública".

"Continua a ser uma área subfinanciada, com pouco investimento na procura de medicamentos que combatam os danos do envelhecimento e, em paralelo, apenas medicamentos geriátricos", afirmou.
Considerando que a saúde do futuro "será essencialmente sobre os temas do envelhecimento", o cientista garantiu que é possível combater o envelhecimento.

Para que os métodos de combate ao problema sejam eficazes, não se pode apostar apenas "no antes" e no "depois" do envelhecimento, mas sim durante, "entrando no corpo pontualmente para reparar os danos causados", sugeriu.

Actuar antes "no metabolismo que causa os danos" é demasiado complexo, "já que se desconhece muito mais sobre o metabolismo do que se conhece". E lidar depois, com cuidados geriátricos, é inadequado porque os danos já são demasiados.
  A alternativa, para Aubrey de Grey, é actuar com métodos regenerativos, "recuperando a estrutura de tecidos biológicos, de órgãos" ou agir "ao nível molecular, restaurando a estrutura de algumas coisas ao nível celular".

"Quase tudo hoje é medicina geriátrica. Trata-se as doenças da idade como outras doenças. Mas por causa dos danos acumulados, é um trabalho cada vez mais difícil e menos eficaz", explicou.

A alternativa é atacar "as sete coisas mortais": lixo dentro das células, lixo fora das células, células a mais ou células a menos, mutações de cromossomas ou da mitocondria e cruzamentos de proteínas.

De acordo com o especialista em medicina regenerativa, desde 1982 que não se identifica um novo tipo de dano causado. “Estamos muito próximos, talvez poucas décadas, de combater cada uma destas sete formas de causar danos ao corpo",  disse. 
Fonte: Ciência Hoje                                                                                                                                     

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Em busca do lago 'perdido' na Antárctida

            Expedição pode encontrar novas formas de vida e pistas sobre alterações climáticas

Um grupo de cientistas britânicos vai investigar um lago subterrâneo na Antárctida nos próximos dois anos na esperança de descobrir pistas sobre as mudanças do clima e revelar novas formas de vida.

Os investigadores partem na próxima semana rumo ao lago Ellsworth, um dos lugares mais longínquos e hostis do planeta, que há quase um milhão de anos permanece escondido debaixo de vários quilómetros de gelo. Trata-se da primeira parte de um projecto que vai durar 15 anos, custar 11 milhões de dólares e contar com a participação de oito universidades do Reino Unido.

A camada de gelo que cobre o lago, um dos 387 subterrâneos que existem na Antárctida, aprisionou o calor geotérmico da Terra, impedindo que a água congele. A equipa liderada por Martin Siegart pretende colocar no lago uma sonda com câmaras de alta definição, luzes, aparelhos para colectar amostras e fazer medições. Assim, vai começar por instalar os equipamentos de perfuração e voltar ao local no fim de 2012 para recolher os dados.
Entre bactérias, micróbios e outras formas de vida simples, os cientistas esperam encontrar um habitat na temperatura de -25 graus Celsius que está selado para o resto do mundo há mais de um milhão de anos.

As amostras que vão recolher podem revelar formas de vida desconhecidas que terão existido antes de o lago ter gelado e que, dessa forma, podem ser testemunhos de como era a vida na Terra.

Alguns especialistas estão preocupados com a interferência humana num ambiente ainda intocado e que consequências pode isso trazer. Para evitar a contaminação do lago, o grupo garante que usará equipamentos esterilizados.
Fonte: Ciência Hoje

 

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Mamografia sistemática: inútil na redução da mortalidade

Além da mamografia poder ser ligeiramente dolorosa para a mulher por compressão da mama e de existirem numerosos casos de falsos positivos que provocam inutilmente preocupações psicológicas, alguns estudos sugerem que a repetição sistemática das mamografias preventivas poderá em vez de diminuir, aumentar o risco de contrair um cancro da mama devido às radiações.


Apesar destes constrangimentos, trata-se aqui de saber se o despiste do cancro da mama através de mamografias sistemáticas pode prevenir o seu aparecimento.


Ora, a revista British Medical Journal (BMJ) acabou de publicar no dia 28 de julho de 2011 um estudo que prova a inutilidade das mamografias de rotina na diminuição da mortalidade no cancro da mama.


Os autores compararam a mortalidade do cancro da mama em vários países em que os meios de tratamento eram idênticos, mas em que o despiste sistemático por mamografia se iniciou em datas diferentes.


O período do estudo foi de 1989 a 2006. Os países foram a Suécia, a Noruega, a Holanda, a Bélgica, a Suíça e a Islândia, portanto países em que os meios de tratamento após o despiste de um cancro da mama são similares. 


Primeira constatação: durante este período verificou-se um decréscimo em 25% da mortalidade por cancro da mama. À primeira vista pode-se pensar que essa diminuição terá sido devida ao despiste sistemático pela mamografia. Mas, apesar dos vários factores que dificultam a interpretação, parece não ter sido o despiste com as mamografias que conduziram à diminuição da mortalidade por cancro da mama, mas sim, os progressos no seu tratamento.


Os autores constataram que apesar da introdução do despiste sistemático com a mamografia se ter realizado anos diferentes nestes países, a diminuição progressiva da mortalidade verificada foi exactamente a mesma em todos esses países.
 
Fonte: Octopus
 

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

"Deixe sua comida ser seu remédio e seu remédio ser sua comida" Hipócrates (460 a 370 A.C.)

"O melhor documentário sobre saúde e alimentação do Docverdade. Especialmente indicado para os pacientes com cancro, depressão e outras doenças crónicas, assim como para qualquer pessoa que queira ter uma vida mais saudável. O filme confronta a medicinal tradicional com a ortomolecular, a medicina baseada na nutrição. Mostra quão equivocada está a nossa maneira de tratar as doenças.
O filme também mostra o ciclo vicioso da agricultura intensiva, que acaba com os nutrientes do solo, formando plantas mais frágeis aos ataques de pestes e pragas, que acaba levando a aplicação de pesticidas, que as contaminam, que acabam envenenando quem as come, que se tornará mais fraco e buscará medicamentos. A perda de nutrientes pelo envelhecimento da comida através do transporte e pela própria carência de minerais do solo e o processo de confecção dessa comida, que acaba com os elementos essenciais para a vida, contribui ainda mais para esse terrível quadro nutricional.
Você sabia que 70% dos pacientes de qualquer estágio de cancro tratados com quimioterapia, radiação ou cirurgia morrem em menos de 5 anos? E que mais de metade dos pacientes em estado avançado de cancro tratados com vitaminas e com alimentação baseadas em vegetais crus sobrevivem?
Nessa história, os únicos que ganham são as indústrias químicas e farmacêuticas, que contam com a desinformação da sociedade.
(Comentário original: Docverdade)

"As pessoas precisam de informação e não de medicação"

 


 Agradecimentos:
 www.NOVACOMUNIDADE.org - O MODELO COOPERATIVO FAMILIAR
 www.MDDVTM.org - MOVIMENTO DE DEMOCRACIA DIRECTA VTM

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Excesso de CO2 provoca falta de lateralização em peixes

Não conseguiam distinguir a direita da esquerda

CO2 afectou comportamento auditivo e níveis de actividade.

 

A lista de consequências já é grande, mas caso as emissões de dióxido de carbono (CO2) continuem a aumentar, o comportamento dos peixes poderá ficar gravemente perturbado, segundo avança um estudo publicado na «Biology Letters», por investigadores da James Cook University (Austrália).

 

 

 Peixes crescidos em laboratório, numa água enriquecida com CO2 em proporções semelhantes às quantidades previstas para dentro de umas décadas, perderam todas as faculdades de lateralização, ou seja, verificou-se que não conseguiam distinguir a direita da esquerda.

Em condições normais, estes animais são geralmente ‘inteligentes’ e capazes de se dirigirem para o mesmo lado para fugir de um predador ou ara se deslocarem. A equipa de Philip Munday, líder do estudo, mostrou que o CO2 afecta o comportamento auditivo e os níveis de actividade de peixes de recife larvais, aumentando o seu risco de serem apanhados por predadores.

Contudo, os mecanismos que estão na base dessas modificações ainda são desconhecidos. A lateralização comportamental é uma expressão de assimetrias cerebrais funcionais e assim leva à hipótese que CO2 afecta a função cerebral.

Os investigadores realizaram testes num labirinto que mostraram que os peixes que habitam águas cheias de dióxido de carbono se deslocam de forma aleatória, sem ter orientação. Os investigadores querem tentar saber se os sentidos dos seres humanos também. No entanto, vão continuar a debruçar-se sobre os peixes para descobrir que outros sintomas podem apresentar.
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